Nomes populares: mosquitinho, véu-de-noiva, branquinha, gipsofila, cravo-de-amor, gipso.
Etimologia: Gypsofila vem do grego gypsos (calcário, gesso) e phil (amigo), tendo como significado – amigo do calcário. A palavra paniculata é latina e se refere a sua inflorescência em panícula.
Origem: Europa.
Características gerais: planta perene, herbácea, ramificada, de
Condições de cultivo: deve ser cultivada a pleno sol, em solos bem drenados, exigindo regas regulares e reforma anual dos canteiros. Mas o cultivo é mais comum é comercial, para a produção de flores cortadas. Nesse caso, o cultivo é feito em estufas sem sombreamento. Desenvolve bem em regiões de clima frio.
Propagação: multiplica-se por sementes ou por cultura de tecidos.
Usos: muito utilizada como flor de corte, embelezando buquês de rosas e de flores do campo. No paisagismo, cria lindos efeitos quando misturado com outras plantas de flores pequenas, em maciços e bordaduras.
Curiosidades: as espécies conhecidas de gipsofila são: Gypsophila elegans e Gypsophila paniculata. As variedades mais cultivadas são: Bristol Fairly, Perfecta (flores brancas) e Red Sea (flores rosa). Esta cultura tem importância econômica, pois é uma das cinco principais flores de corte comercializadas na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP).
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